
A tradução foi publicada sob o nome “Alcorão” cinco anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, em fevereiro de 1950.
Foi publicado em 863 páginas pela Iwanami Shoten Publishers.
Okawa nasceu na região de Yamagata, no norte do Japão, em 1886. Enquanto estudava filosofia na Faculdade de Literatura da Universidade de Tóquio, conheceu o pensamento oriental e a filosofia hindu.
Ele escreveu diversas obras literárias e era conhecido como um especialista nos pensamentos e ideologias do povo japonês.
Okawa também foi um pesquisador sério na área de direito e obteve doutorado em direito pela Universidade de Tóquio.
Fica claro em seus escritos que em seus anos escolares ele leu a história da vida do Profeta Muhammad (s.a.a.s) e fez cursos sobre o Islã. O que despertou seu interesse pelo estudo do Islã foi a leitura das obras do poeta alemão Johann Wolfgang von Goethe, como ele aponta no prefácio de sua tradução do Alcorão.
Depois disso, ele continuou a estudar sobre o Islã até o fim da vida.
• Esforços de sete anos para traduzir o Alcorão para a língua ruandesa
Okawa começou a traduzir o Alcorão aos 30 anos. Sua tradução dos capítulos do Alcorão até a Surah At-Tawbah foi publicada em uma revista local.
Ao mesmo tempo, ele traduziu o livro Al-Hadith e escreveu uma biografia do Sagrado Profeta (s.a.a.s). Em 1942 ele publicou um livro intitulado “Uma introdução ao Islã” em japonês.
Após a Segunda Guerra Mundial, ele decidiu traduzir todo o Alcorão e passou dois anos nisso. Ele publicou a renderização em 1950.
Embora ele tenha estudado muito sobre o Islã e gostado muito do Sagrado Profeta (s.a.a.s), Okawa não abraçou o Islã. Ele morreu em 1959 aos 71 anos.
Okawa dominava diversas línguas estrangeiras, mas não era muito hábil em árabe. Certa vez, ele escreveu em uma nota que apenas um muçulmano piedoso com pleno domínio da língua árabe pode traduzir o Alcorão como ele merece.