
Falando à IQNA, o Hojat-ol-Islam Mohammad Ali Ayazi considerou essas ações crimes de guerra e indicativas do comportamento desprezível dos agressores.
Ele também criticou a comunidade internacional por permanecer em silêncio diante desses crimes.
Ayazi condenou especialmente a inação de organizações como a UNESCO e convocou as elites independentes dos seminários e universidades a romper o silêncio e protestar ativamente nos fóruns internacionais.
"De acordo com todas as leis internacionais, tais ações são indubitavelmente consideradas crimes de guerra e são condenadas de todas as formas pelos fóruns internacionais."
Ele acrescentou que os inimigos chegam a atacar pontes urbanas sem nenhum motivo, sendo estas simplesmente propriedades pertencentes a uma nação, mas esses agressores buscam pretextos para justificar suas ações erradas.
Essas ações não são nada além de mesquinhez e extrema hostilidade ao povo iraniano e são completamente ilegais, enfatizou.
Com relação à falta de resposta adequada de algumas organizações internacionais, especialmente a UNESCO, Ayazi disse: "Este tipo de organização tem uma série de justificativas para si mesma; incluindo o fato de que parte da assistência financeira a essas organizações vem de algumas potências, incluindo os Estados Unidos, e elas fazem reservas para que essa assistência não seja cortada."
Quanto ao papel das elites dos seminários e universidades nesse sentido, ele disse que as elites dos seminários e universidades deveriam condenar esse tipo de ataque a centros científicos e culturais e expressar seu protesto enviando cartas e manifestações às organizações científicas e culturais internacionais.