
O Sheikh Abdullah al-Daqaq destacou questões importantes sobre os recentes acontecimentos no país durante uma coletiva de imprensa na quarta-feira, conforme relatado pelo Centro de Estudos do Bahrein.
A coletiva de imprensa foi realizada após a intensificação da repressão do regime Al-Khalifa na forma de torturas, processos judiciais e revogação da cidadania de cidadãos bareinitas, especialmente estudiosos e pregadores.
Referindo-se ao assédio sistemático de críticos e suas famílias, bem como à privação dos réus de julgamentos justos, o estudioso bareinita convocou as instituições de direitos humanos a serem mais ativas nesse sentido.
Al-Daqaq considerou a situação atual como indicativa da profundidade da crise política e jurídica no regime governante do Bahrein.
As acusações contra o alto clérigo xiita Aiatolá Sheikh Isa Qassim são completamente falsas, enfatizou ele, acrescentando que atacar tais figuras religiosas e nacionais só aumentará a resistência da nação bareinita.
Ele alertou o governo bareinita que, se não reconsiderar imediatamente suas ações hostis contra os cidadãos e não abandonar a política de exclusão e pressão, não terá outro destino senão o colapso.
O diretor do seminário islâmico dos bareinitas residentes em Qom apontou que os eventos no Bahrein e em alguns outros países da região fazem parte de um projeto direcionado liderado pelo regime sionista e implementado por colaboracionistas, com o objetivo de minar as crenças e a existência dos muçulmanos xiitas.
Em outro momento de sua fala, o Sheikh al-Daqaq agradeceu o apoio do nobre povo iraquiano ao povo bareinita e descreveu a presença da oposição bareinita em fóruns internacionais, especialmente no dossiê de direitos humanos da ONU, como eficaz e bem-sucedida.
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