
O prestigiado evento bienal visa reconhecer e celebrar conquistas excepcionais no domínio da ciência.
Marcada para 2 de outubro, a cerimônia do 5º Prêmio Mustafa receberá cientistas renomados, vindos de 57 países.
Em conjunto com esta grande ocasião, Isfahan também servirá de cenário para a 9ª ronda do Programa de Intercâmbio de Ciência e Tecnologia (STEP). Organizado pela Fundação de Ciência e Tecnologia Mustafa, o STEP é uma plataforma projetada para promover a colaboração científica e o networking entre acadêmicos do mundo islâmico. Consegue isso orquestrando eventos internacionais que facilitam a troca de conhecimento e promovem a sinergia científica.
Hossein Rabbani, chefe da Fundação Elites de Isfahan, enfatizou a importância de reconhecer a excelência na comunidade científica através de prêmios. Ele observou que tais elogios lançam luz sobre o potencial notável em vários domínios científicos.
Rabbani sublinhou a importância global do Prémio Mustafa, descrevendo-o como um prémio internacional com impactos de longo alcance, particularmente no domínio dos meios de comunicação social. Ele destacou que isso envia uma mensagem poderosa sobre a dedicação do mundo muçulmano ao avanço da ciência e da tecnologia.
• Chamadas para indicação do prêmio Mustafa (saw) 2023
O Prêmio Mustafa, criado em 2012, tornou-se um símbolo de excelência científica. Desde a sua criação, tem sido realizado a cada dois anos, começando em 2015, para homenagear as contribuições notáveis de investigadores e cientistas do mundo islâmico.
Os laureados com o Prêmio Mustafa recebem um prestigiado prêmio de US$ 500.000, financiado pelo fundo de ciência e tecnologia. Além disso, são agraciados com a estimada Medalha Mustafa e um Diploma Honorário. O prêmio abrange quatro categorias distintas: Ciência e Tecnologia da Informação e Comunicação, Ciência e Tecnologia da Vida e Médica, Nanociência e Nanotecnologia e Todas as Áreas da Ciência e Tecnologia.
A influência do Prêmio Mustafa foi comparada à do Prêmio Nobel, valendo-lhe o título de "Nobel Muçulmano" pela Science Magazine em 2016.