
As forças israelenses iniciaram ataques aéreos em Gaza desde sábado, depois que as forças de resistência palestinas, lideradas pelo Hamas, lançaram uma operação militar em grande escala contra terras ocupadas, chamada de Inundação de Al-Aqsa.
O Ministério Palestino de Awqaf e Assuntos Religiosos condenou o ataque e o bombardeio da Mesquita Al-Amin Mohammad, no oeste da Cidade de Gaza, e da Mesquita Mohammad Al-Malaysi, na província de Khan Younis.
Condenou também a destruição da sede da Rádio Alcorão Sagrado, afiliada ao Ministério, localizada na Torre Palestina, que foi destruída no sábado.
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O ministério afirmou que atacar mesquitas e instituições religiosas legítimas constitui uma violação da santidade dos locais de culto, uma proibição mantida por todas as leis e normas internacionais.
Afirmaram que estes crimes não são estranhos aos militares israelitas, que têm como alvo civis.
Apelaram à comunidade internacional para que tome medidas urgentes para proteger os civis e os locais de culto.
Mais de 300 palestinos, incluindo pelo menos 20 crianças, foram mortos em ataques israelenses em Gaza.