
Deve-se notar que o Alcorão Sagrado tem duas posições sobre os judeus. Uma é sobre aquele povo judeu que acredita no Deus Único e no Dia da Ressurreição e pratica boas ações e está entre o “Povo do Livro”.
Outro grupo são os judeus que não acreditam em Deus e na Ressurreição e que conspiram contra o Islão. Na verdade, estes são os judeus mencionados nos versículos que falam sobre as características negativas do povo judeu.
O segundo grupo de judeus era muito ganancioso, embora muitos profetas tivessem sido enviados a eles e eles pudessem usar seus ensinamentos e conselhos para serem salvos de se desviarem.
Ao descrever este grupo de judeus, o Alcorão Sagrado diz: “No entanto, vocês os acharão os mais gananciosos de todos os homens, ainda mais do que os pagãos, pelo resto da vida. Cada um deles viveria alegremente mil anos, mas uma vida tão longa não os salvaria do tormento. Deus vê o que eles fazem.” (Verso 96 da Surata Al-Baqarah)
De acordo com este versículo, estes judeus são as pessoas mais gananciosas pela vida mundana, pois pensam que uma vida longa pode impedir o castigo divino.
Uma das razões para tal nível de ganância entre este grupo de judeus pode ser a sua falta de crença verdadeira no além. O Alcorão diz: “Crentes, não estabeleçam amizade com pessoas que se tornaram sujeitas à ira de Deus. Eles não têm nenhuma esperança na vida futura, assim como os incrédulos não têm esperança naqueles que estão em seus túmulos.” (Verso 13 da Surata Al-Mumtahina)
Grande número de versículos do Alcorão sobre judeus
Embora o Povo do Livro (Cristãos e Judeus) acredite no Dia da Ressurreição, este segundo grupo de Judeus está sujeito à ira de Deus e não tem esperança de recompensas no futuro. É por isso que a situação deles não é diferente da dos incrédulos.
Este versículo lembra aos crentes a condenação eterna do segundo grupo de judeus, para que evitem a amizade e a interação com eles.
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