Abdul-Malik al-Houthi fez estas declarações no domingo à noite durante um discurso sobre o martírio do Ayatollah Khamenei, que foi martirizado num ataque aéreo israelense ao seu gabinete em Teerão no dia anterior.
"Ao cometer este crime hediondo, os inimigos da Ummah [islâmica], nomeadamente os Estados Unidos e o regime sionista, pretendiam eliminar o papel fundamental do Ayatollah Khamenei no combate à sua tirania e na frustração dos seus planos", disse al-Houthi ao oferecer condolências ao povo e às autoridades iranianas pelo martírio do Líder.
Acrescentou que o assassinato visava também pôr fim à liderança do Ayatollah Khamenei do sistema islâmico e minar o seu papel global no apoio aos oprimidos.
"O assassinato do Ayatollah Khamenei visava eliminar um líder que defendia os direitos legítimos da Ummah islâmica e as suas causas justas, incluindo a questão palestiniana", disse al-Houthi, acrescentando que pretendia também destruir a determinação e o moral da nação muçulmana iraniana e das suas instituições oficiais.
Sublinhando que a agressão em curso contra o Irã visa ajudar Israel a dominar toda a região da Ásia Ocidental, o líder iemenita apelou à resiliência e à força.
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