
Muhammad al-Hajj Musa afirmou que a flagrante agressão sionista contra a abençoada Mesquita Al-Aqsa é um ataque ao coração da Ummah islâmica e ao símbolo de sua dignidade, conforme relatado pelo Palinfo.
Ele enfatizou que a agressão sionista coloca todos os povos e forças ativas diante de sua responsabilidade histórica de proteger os locais sagrados do projeto de judaização.
"Enfatizamos que defender a cidade sagrada de Al-Quds é um pilar fundamental no enfrentamento do projeto sionista e um dever religioso e nacional abrangente. As tentativas dos ocupantes de dominar esta cidade fracassarão diante da firmeza de nossa nação", declarou ele.
"Reafirmamos nosso compromisso de confrontar os planos de ocupação e declaramos com firmeza que o terrorismo do regime ocupante jamais conseguirá quebrar a vontade de nossa nação ou distorcer a realidade de Al-Quds, que permanecerá como um legado sobre os ombros da Ummah."
Milhares de colonos sionistas participaram na noite de quinta-feira da provocativa "Marcha das Bandeiras" que invadiu a área do Portão de Damasco, uma das principais entradas para a Cidade Velha da ocupada Jerusalém Al-Quds, sob forte proteção da polícia do regime israelense.
A marcha contou com a presença de vários ministros e membros da Knesset, incluindo o ministro de segurança nacional de extrema-direita Itamar Ben-Gvir e o ministro das finanças Bezalel Smotrich, além de autoridades policiais e militares israelenses e outros parlamentares extremistas. Os participantes hastearam bandeiras do regime israelense e faixas com slogans racistas pedindo a morte dos árabes e ameaçando a construção do chamado "Templo" no lugar da Mesquita Al-Aqsa.
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