Os manifestantes enfatizaram a continuidade da política de "cerco por cerco e escalada por escalada" e o apoio à Palestina, a Gaza e ao eixo da resistência.
Sanaa, a capital do Iêmen, testemunhou ontem uma manifestação em grande escala na Praça Al-Sabain. Também houve manifestações em outras praças de diversas províncias do país, informou a Al-Masirah.
Na declaração final dessas manifestações, os participantes reafirmaram seu apoio a Abdulmalik al-Houthi, líder do movimento Ansarullah, e delegaram a ele plena autoridade para tomar as decisões necessárias para enfrentar a agressão e o cerco impostos ao Iêmen pela Arábia Saudita e por outros inimigos.
A declaração saudou a ação das forças armadas iemenitas ao impor um bloqueio marítimo contra a Arábia Saudita e anunciou que essa ação continuará até que o bloqueio contra o Iêmen seja levantado. Também apoiou a ação de visar embarcações que violem as proibições anunciadas.
A declaração elogiou as respostas das forças armadas iemenitas à escalada saudita, aos ataques a Hodeidah e às violações da soberania iemenita por meio de sobrevoos de drones.
Os participantes das manifestações condenaram os ataques criminosos dos EUA e da Arábia Saudita contra o Iraque, suas instituições de segurança e as forças de resistência, e conclamaram as nações islâmicas a agirem para enfrentar os planos sionistas contra os locais sagrados islâmicos e os recursos dos países da região.
Além disso, coincidindo com o segundo aniversário do martírio de Ismail Haniyeh, ex-chefe do birô político do Hamas, os participantes reafirmaram mais uma vez seu apoio à causa palestina, à Mesquita de Al-Aqsa, ao povo de Gaza e a outros grupos alinhados com a resistência.
Na declaração, foi enfatizada a necessidade de manter a unidade das frentes islâmica e de resistência.
Os participantes das manifestações também anunciaram que os custos do confronto com os inimigos são muito menores do que as consequências de recuar diante dos inimigos que buscam implementar o plano de mudança do Oriente Médio e concretizar o projeto conhecido como "Grande Israel".
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