
Os manifestantes acusaram o governo paquistanês de não proteger a comunidade minoritária no país.
Denunciando o ataque, os manifestantes expressaram solidariedade com as vítimas e suas famílias e pediram o fim das mortes em nome da religião.
Cartazes carregados pelos manifestantes exigiam tanto justiça para as vítimas quanto responsabilidade dos autoridades paquistanesas.
O grupo terrorista Daesh (ISIL ou ISIS) reivindicou a responsabilidade pelo atentado suicida mortal que matou pelo menos 31 pessoas durante as orações de sexta-feira em um local xiita em Islamabad em 6 de fevereiro de 2026.
Autoridades da cidade disseram que 31 pessoas morreram e outras 169 ficaram feridas na explosão no local Imam Bargah Qasr-e-Khadijatul Kubra, nos arredores da cidade.
O primeiro-ministro Shehbaz Sharif prometeu que os responsáveis pela explosão seriam encontrados e levados à justiça.
O vice-primeiro-ministro Ishaq Dar classificou o ataque como "um crime hediondo contra a humanidade e uma violação flagrante dos princípios islâmicos".
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