Omole afirmou que o pensamento anti-imperialista e de resistência do Aiatolá Khamenei continuará a influenciar círculos intelectuais e políticos.
Refletindo sobre a visão do líder mártir a respeito da democracia religiosa e da democracia liberal ocidental, ele argumentou que a democracia não deve ser definida unicamente pelas ideias das potências dominantes, acrescentando que nações mais fracas também possuem ideias valiosas, e até mesmo superiores.
Ele enfatizou que o Aiatolá Khamenei não deve ser visto apenas como o líder do Irã ou do mundo muçulmano, mas como um representante e herói dos povos oprimidos, particularmente aqueles do Sul Global.
Omole também destacou o apoio inabalável do falecido líder à causa palestina, descrevendo-o como uma das vozes mais consistentes na defesa dos direitos dos palestinos.
Omole disse que o estudo das ideias do Aiatolá Khamenei o ajudou a compreender melhor a realidade da ocupação israelense e a questão palestina.
Ele acrescentou que não é preciso ser muçulmano para manifestar solidariedade ao povo palestino.
Ele afirmou ainda que as ideias do falecido líder ajudaram a ampliar o apoio à Palestina para além das fronteiras religiosas e promoveram a união entre todos aqueles que genuinamente apoiam a causa palestina.
Omole concluiu dizendo que o Aiatolá Khamenei sempre sustentou que a luta palestina não pode ser separada da luta mais ampla dos povos oprimidos ao redor do mundo, sendo, na verdade, parte integrante da mesma causa.
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